Apesar de ser impossível ter um cálculo exato das vendagens ao longo dos séculos, estimasse que os livros com maiores distribuições foram:
1º Bíblia Sagrada - Aproximadamente 6 bilhões de exemplares vendidos.
2º O Livro Vermelho - Aproximadamente 900 milhões de livros vendidos
É um livro com citações do Presidente Mao Tsé-Tung, conforme sugere o próprio nome é uma coletânea de citações do presidente da República Popular da China Mao Tsé-Tung e uma forma de culto à sua personalidade. Foi organizado por Lin Piao, Ministro da Defesa de Mao. O livro possuí 33 capítulos. Seus tópicos abordam a ideologia de Mao, conhecido no Ocidente como Maoísmo ou oficialmente como "Pensamento de Mao Tsé-Tung". Inicialmente publicado na China, teve distribuição internacional após abril de1964.
3º Alcorão - Vendagem de aproximadamente 800 milhões de livros.
Alcorão ou Corão é livro sagrado do Islã. Os muçulmanos creem que o Alcorão é a palavra literal de Deus, conhecido por eles como Alá, revelada ao profeta Maomé (Muhammad) ao longo de um período de vinte e três anos. A palavra Alcorão deriva do verbo árabe que significa declamar ou recitar; Alcorão é portanto um "recitação" ou algo que deve ser recitado.
Os muçulmanos podem-se referir ao Alcorão usando um título que denota respeito, como Al-Karim ("o Nobre") ou Al-Azim ("o Magnífico").
4º Dicionário Xinhua Zidian - Cerca de 400 milhões de cópias vendidas.
É um best seller entre os dicionários chineses e é o trabalho mais popular do mundo em obra de referência.
Esse dicionário publicado pela Commercial Press, usa o chinês simplificado e o pinyin.
O pinyin é o sistema de romanização usado oficialmente na República Popular da China para transcrever, no alfabeto latino, o dialeto Mandarim padrão da língua chinesa. O pinyin é uma tradução menos literal ou “soletração de sons”, "foneticismo”.
5º Um conto de duas cidades - Vendeu aproximadamente 200 milhões de cópias.
É um romance histórico de autoria de Charles Dickens lançado em 1859. Trata de temas como culpa, vergonha e retribuição. A principal fonte para Dickens escrever o livro com fundo histórico é The French Revolution (A Revolução Francesa), de Thomas Carlyle. A narrativa é extrarodinariamente dependente da correspondência como meio de avançar o fluxo de acontecimentos, e apesar de não ser uma obra epistomológica no sentido definido por Les Liaisons Dangereuses (Ligações Perigosas) de Pierre Choderlos de la Clos, percebe-se rapidamente que a troca de correspondências forma um centro impulsionador para a maior parte do desenvolvimento da narrativa. O livro cobre o período entre 1775 e 1793, daIndependência americana até o meio do período da Revolução francesa.





Nenhum comentário:
Postar um comentário